Ser empresário nos dias de hoje é uma tarefa árdua, seja pela rotina exaustiva, competitividade no mercado, responsabilidades tributárias e trabalhistas.

Normalmente, o empresário busca a estabilidade financeira para si e para sua família e para isso não poupa esforços para que isso ocorra através do seu trabalho e dedicação.

Por isso, nada mais justo do que obter uma renda suficiente para ter o merecido descanso no momento de parar de trabalhar.

A boa notícia, é que essa renda pode ser conquistada através do planejamento da aposentadoria, feito por profissional capacitado, com o intuito de obter um benefício vantajoso para o empresário.

Para lhe ajudar a entender a importância desse planejamento no seu futuro, montamos esse artigo com exemplos práticos das vantagens financeiras ao planejar a aposentadoria.

Exemplo 01 – R$ 650,00 a menos na aposentadoria

Cezar é empresário, e possui 58 anos de idade e 34 anos de contribuição no INSS até 13/11/2019 (data da entrada em vigor da Reforma da Previdência). Cezar pesquisou na internet sobre as regras de transição e verificou que a regra do Pedágio de 50% poderia lhe trazer a aposentaria de forma mais rápida.

Dessa forma, Cezar aguardou um ano e seis meses, e foi até o INSS e solicitou a sua aposentadoria pela regra do Pedágio de 50%, mas o desespero veio ao receber a carta de concessão, onde se deparou com uma redução de 26% em seu benefício, ao invés de receber R$ 2.500,00, Cezar irá receber apenas R$ 1.850,00 de renda mensal do benefício, pois nesta regra há incidência do fator previdenciário, o que Cezar não sabia.

Neste caso, se Cezar tivesse realizado um Planejamento Previdenciário, teria constatado que a melhor opção de aposentadoria era pela Regra do Pedágio de 100%, onde teria que aguardar 2 anos até completar 60 anos de idade, mas seu benefício não seria afetado pelo fator previdenciário e a renda inicial da sua aposentadoria seria de 100% da média, ou seja, R$ 2.500,00.

Assim, Cezar deixou de ganhar R$ 8.450,00 por ano na sua aposentadoria!

Exemplo 02 – Economia de R$ 11.260,32 em Contribuições Previdenciárias

Carlos é um empresário bem sucedido, e sempre contribuiu pelo teto do INSS. Contudo, em 2018 teve um drástico prejuízo que resultou no fechamento de sua empresa.

Ao verificar o tempo que faltava para sua aposentadoria, Carlos percebeu que precisava recolher apenas um ano de contribuição ao INSS, assim, com o intuito de obter uma aposentadoria alta, continuou realizando os recolhimentos pelo teto do INSS.

Como Carlos tinha os requisitos para a Aposentadoria antes da Reforma da Previdência, ele não precisava ter recolhido este último ano que faltava pelo teto do INSS, visto que no cálculo de sua aposentadoria serão descartados os 20% menores salários.

Ao optar em recolher pelo teto do INSS, Carlos pagava R$ 1.129,16 por mês, totalizando R$ 13.549,92 ao ano. Se tivesse realizado os recolhimentos pelo piso do INSS, Carlos pagaria R$ 190,80 ao mês, totalizando R$ 2.289,60 ao ano.

Desta forma, se Carlos tivesse realizado um Planejamento Previdenciário, teria verificado a melhor forma de recolhimento e economizaria R$ 11.260,32.

Exemplo 3 – Complementação de R$ 11.362,46 nas contribuições como MEI

Cláudia contribuiu 25 anos como empresária contribuinte individual. Nos últimos 5 anos, Cláudia descobriu que poderia pagar menos impostos sendo MEI e passou a pagar a alíquota reduzida de 5% sobre o salário mínimo.

No momento de requerer a aposentadoria no INSS, teve a desagradável informação de que a sua contribuição como MEI não dava direito à aposentadoria por tempo de contribuição.

Neste caso, Cláudia terá que desembolsar R$ 11.362,46 de complementação das contribuições como MEI, pagando 15% sobre o salário mínimo com juros e correção monetária para poder se aposentar por tempo de contribuição, além de perder tempo, quando poderia já estar recebendo o benefício.

O que poderia ter sido evitado, se Cláudia tivesse procurado um especialista em Direito Previdenciário e analisasse se o MEI de fato valia a pena ou não ao seu caso.

Conclusão

Bom, como vimos nos exemplos acima é muito importante planejar a aposentadoria e definir todas as estratégias para ter um benefício vantajoso e não perder tempo e dinheiro no momento de requerer a aposentadoria.

Como o Direito Previdenciário é complexo e tem várias regrinhas, sem o auxílio de um especialista para lhe assessorar e indicar os melhores caminhos a chance de não ter um retorno na aposentadoria é enorme!

Principalmente, pelo fato da aposentadoria ser irrenunciável e irrevogável, muitas vezes os erros cometidos não podem ser consertados, causando um imenso prejuízo ao trabalhador.

Dessa forma, percebemos que o baixo investimento no planejamento previdenciário se paga, visto que, na maioria das vezes, os erros custam muito mais caro que planejar a aposentadoria.

Dica

Outra dica valiosa é não esperar até as vésperas da aposentadoria para buscar um especialista, quanto mais cedo começar a se planejar e alinhar as estratégias para ter um benefício vantajoso, mais chances de alcançar esse objetivo lá na frente.

Assim para te ajudar a entender melhor o que é o planejamento da aposentadoria, montamos o Guia Prático: Planejamento Previdenciário – Descubra como obter um benefício mais vantajoso! O Guia pode ser baixado gratuitamente, clicando na imagem abaixo, para lhe auxiliar na conquista da tão sonhada aposentadoria. Baixe Agora!

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