Você, que é autônomo já parou para pensar em sua aposentadoria? Quanto você quer ganhar quando resolver se aposentar?

Essas e outras perguntas são frequentes quando se está perto de aposentar!

Porém, saiba que planejar e bem uma aposentadoria não pode acontecer somente quando se está próximo dela e sim, quando ainda na ativa, em pleno vigor de trabalho.

Mas, aí você pensa: não trabalhei tanto para viver da aposentadoria do INSS!

Ok! Você está certo, e nem nós queremos que isso aconteça!

O INSS deve ser encarado como uma renda extra!

Mas, já parou para pensar que se pagar INSS é obrigatório, tendo em vista, a atividade remunerada que você exerce, por que não olhar para essa obrigatoriedade como mais uma fonte de renda?!

Isso mesmo que você leu!

A obrigação de pagar o INSS você tem, mas, o que a maior parte das pessoas não imaginam ou pelo menos não se planejam, é encarar essa obrigação por um novo olhar, ou seja, entender que se houver um planejamento de longo prazo, o benefício do INSS, pode sim, ser uma renda e, não somente uma aposentadoria!

Claro que, com a recente Reforma da Previdência, o INSS está tornando as regras mais difíceis e, exigindo do segurado um tempo maior de contribuição, além da idade mínima, mas, em contrapartida as pessoas também estão vivendo mais, então é importante que o planejamento comece o quanto antes, ou seja, enquanto há energia para o trabalho e, também condições de fortalecer o futuro.

Como posso planejar minha aposentadoria?

Planejar a aposentadoria é ter um olhar para o futuro e, saber que você pode obter as seguintes informações antecipadamente:

  • Quanto será o valor do benefício previdenciário para o futuro, quando você resolver se aposentar;
  • O tipo de aposentadoria que é a mais vantajosa para você;
  • Você pode simular várias faixas de valores de contribuição previdenciária e ter noção de quanto vai receber de aposentadoria de cada uma delas;
  • Ter certeza da contagem do seu tempo de contribuição;
  • Se vale a pena pagar um período que não foi contribuído para o INSS, e antecipar sua aposentadoria;
  • Fazer inclusão de tempo rural, especial, como empregado ou servidor público que tenha exercido antes de ser autônomo;
  • Avaliar suas contribuições previdenciárias anteriores junto ao INSS através do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) e, verificar se está tudo certo para o momento em que resolver se aposentar.

Veja que são inúmeras as situações, que você pode trabalhar dentro do Planejamento Previdenciário, não só olhando o passado das contribuições como o futuro também!

É importante esclarecer que você na condição de autônomo pode se aposentar e continuar trabalhando, pois, não há impeditivo para tal.

Exemplo 01:

Pedro é empresário no seguimento de doces. Ele tem 54 anos e paga o teto do INSS.

Pedro fez as contas do INSS sozinho, em casa, e viu que o período dele como empregado mais o período que pagou o INSS como autônomo, sobre um salário mínimo, acrescido do período que estava contribuindo pelo teto, somavam 35 anos.

Sem pensar duas vezes, foi e protocolou o pedido de aposentadoria e passou a receber R$ 1.300,00 do INSS. Ocorre que ele continuou trabalhando no segmento de doces e, continuou, portanto, recolhendo INSS pelo teto!

Quais os erros que Pedro cometeu?

Primeiro, não calculou as suas contribuições previdenciárias, pois, como continuou contribuindo para o INSS e pelo teto, poderia ter eliminado contribuições de valores menores que ajudaram a achatar sua aposentadoria.

O segundo erro de Pedro foi, após se aposentar continuar contribuindo pelo teto, tendo em vista, que não irá reverter tal contribuição após aposentadoria para nenhum outro tipo de benefício, a não ser o auxílio acidente.

Exemplo 02:

Já Paulo, com 58 anos de idade, empresário na área têxtil, resolveu olhar para o INSS no ano de 2016, pois, em outra consultoria previdenciária feita anteriormente, identificou que precisava elevar sua contribuição previdenciária e passou a fazê-la pelo teto do INSS.

Como viu que poderia perder dinheiro, resolveu fazer um Planejamento Previdenciário, foi ao especialista previdenciário munido de sua CTPS, mais o período de recolhimento como empresário.

Lá se verificou que Paulo tinha tempo de sobra para se aposentar, ou seja, Paulo tinha 40 anos de contribuição e 58 anos de idade.

No momento do cálculo previdenciário apurou-se que Paulo receberia R$ 2.983,12 de aposentadoria.

Paulo não iria parar de trabalhar. Ele via na aposentadoria do INSS mais uma renda. Paulo simulou as contribuições para o futuro próximo de 02, 03, 04 e 05 anos.

Quatro anos se passaram e Paulo atento a Reforma da Previdência, resolveu fazer novamente os cálculos e a aposentadoria conseguida por Paulo pela regra anterior da Reforma, está em R$ 4.431,00.

Paulo resolveu se aposentar, mas, continuou trabalhando, porém, logo que deu entrada no benefício previdenciário, Paulo também já reduziu o valor da contribuição previdenciária, pois, na condição de autônomo, ele deve continuar contribuindo, porém, no mínimo exigido.


Esses exemplos demonstram de forma clara, a importância de Planejar sua Aposentadoria!

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